Com produções surpreendentes realizadas ao longo dos anos, a imagem do Capitulo não foge uma linha aos objectivos traçados no início É em 1994 que nasce o projecto Capitulo, então IV…
0 espaço em questão não poderia ser mais adequado: um edifício à beira da Praia da Oura, com condições únicas e uma localização perfeita. No dia 25 de Março de 94 nasce o Capítulo IV que tem o seu perfil bem definido, a aposta clara na diferenciação surge sobretudo pela experiência dos seus progenitores, pelos seus excelentes conhecimentos e, porque não, da necessidade óbvia de criar um projecto com estas características.
É logo nesta fase que se junta a terceira vertente decisiva para o êxito do projecto.
Referência ao RP Rui Caralinda, cujo trabalho era já conhecido dos tempos do Alabastro. A sua função
como RP, vinha criar um novo figurino. Na altura, esta função não era considerada vital em espaços com estas características. Não demorou muito até o Capitulo ter conquistado a’ preferência do seu público. Gentes de todas as áreas da vida económica e social do País têm, no Capítulo, um ponto de encontro a que já há muito se habituaram.
No seu 3º ano de existência, o Capítulo é encerrado durante o Inverno para uma remodelação em termos de espaço e de staff.
Estava virada mais uma página na sua história.
Em 97 nasce o Capítulo V. Um espaço amplo, com uma decoração exemplar onde prevalece uma imponente esplanada que olha de frente as quentes águas da Praia da Oura.
Com o aparecimento de espaços nobres no Verão Algarvio, o Capítulo V, redefiniu a sua estratégia,
tornando-se o primeiro Clube exclusivamente de House Music. Apostando em trazer a Portugal o que há de melhor, tanto em Live Act’s como a nível de Djing.
Sem complexos, o Capítulo V traça o seu caminho com uma segurança impressionante. Hoje e sempre o Capítulo V vai continuar a escrever uma importante página de um livro que ainda tem muitas histórias para contar.
